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Infertilidade Masculina e Álcool

Trabalhos mostram que o álcool pode provocar a infertilidade masculina de várias maneiras:

O álcool tende a provocar uma redução dos níveis de zinco do organismo levando a uma redução na produção de espermatozóides. O zinco forma a camada externa e a cauda do espermatozóide, e sua deficiência pode levar a uma baixa contagem de espermatozóides.

O estoque de vitamina C do corpo é usado para combater os efeitos tóxicos do álcool. Isso significa que haverá menos dessa vitamina para impedir que o esperma se agregue
.
O consumo excessivo de bebida alcoólica sobrecarrega o fígado. Este normalmente trabalha para manter os níveis de estrogênio em equilíbrio com outros níveis hormonais. Um fígado sobrecarregado, no entanto, pode levar a um acúmulo de estrogênio, o que coloca os hormônios do corpo fora de equilíbrio. Este desequilíbrio pode afetar adversamente a produção de espermatozóides e pode levar a outros problemas para os homens, incluindo aumento de mamas e aumento da próstata.

O álcool, portanto, pode danificar ou diminuir a produção de espermatozóides. Isso leva a uma baixa contagem, redução da motilidade e espermatozóides de formato anormal.

Quando um casal decide pela gravidez, é muito importante que ambos estejam saudáveis.. Comprovadamente, o álcool afeta a fertilidade masculina e feminina, portanto, é uma ótima idéia reduzir o consumo ou, preferencialmente, evitá-lo completamente enquanto você está tentando engravidar. Cortar as bebidas ajuda o corpo a desintoxicar, permitindo a reposição dos nutrientes vitais para a produção de espermatozóides normais e saudáveis ajudando na promoção da fertilidade do casal.

Cigarro e Impotência

Se você é homem e fuma, sua chance de chegar à maturidade com uma boa atividade sexual é bem menor que a média. O tabagismo pode determinar impotência (disfunção erétil é o termo mais correto), muitas vezes, de forma irreversível, além de diminuir de maneira significativa a fertilidade. Fumar compromete, não só, a qualidade da relação como ainda diminui o desejo sexual. A ação do cigarro se faz pela obstrução de pequenos vasos levando a uma diminuição da chegada de sangue nas artérias do corpo cavernoso que é a estrutura que proporciona a rigidez da ereção.

Estudos mostram que a nicotina é causa de dependência física mais intensa que a cocaína e a heroína. Uma antiga pesquisa já mostrou que que ratos expostos à fumaça de cigarro tiveram prejuízo intenso na atividade sexual.

Alguns trabalhos mostram, ainda, suspeita de ligação do tabagismo com a Doença de Peyronie ( curvatura do pênis ), trazendo dificuldades na penetração e , às vezes , disfunção erétil.

O tabagismo traz prejuízos a praticamente todos os aspectos da saúde sexual e reprodutiva do ser humano!

Na mulher, os dados são imprecisos não podendo se firmar uma relação direta com a queda na qualidade da relação sexual das tabagistas. É sempre importante salientar a importância da educação e orientação sexual dos jovens que, ao contrário do que se imagina, desconhecem, em sua maioria, as informações ligando os distúrbios sexuais ao ato de fumar.

O Trabalho e a Disfunção Sexual

Trabalhar, não há dúvida, é um dos maiores propulsores da vida humana saudável. O trabalho é responsável pela melhora da auto-estima além de trazer ao homem, sentido à vida, convívio social, dignidade, estabilidade e dinheiro. Pode e deve ser considerado uma atividade de grande valor para o bem viver. Tenho, no entanto, uma grande preocupação com aqueles que trabalham em excesso. Todos nós temos capacidades diferentes e isso não deve ser esquecido. Cada ser humano tem o seu limite. Não há como definir, exatamente, o que é trabalhar pouco, trabalhar muito ou em excesso. Temos características físicas, genéticas e psicológicas diversas e isso deve ser levado em conta. Tenho forte convicção que as pessoas que, na vida, conseguem dosar sua carga horária de trabalho apresentam uma saúde melhor e, consequentemente, uma vida sexual duradoura.

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